Familiares, funcionários e direção do Lar Aconchego Familiar, que abriga idosos em Tapejara, estiveram na Prefeitura, na manhã desta quarta (10), para solicitar apoio do Poder Público Municipal, na luta contra a interdição da casa. 

De acordo com o advogado Erlei Luis Tochetto, em agosto de 2020 o Ministério Público determinou um prazo de 180 dias para realizar reformas e adequações nas instalações físicas do Lar. "Não foi possível realizar estas mudanças, precisamos de um prazo maior. Consideramos precipitada a decisão de retirar os idosos do local", disse o advogado.

A proprietária do Lar Aconchego Familiar, Paola Pittol da Silva, explica que devido à pandemia as reformas na casa que abriga nove idosos não foram concluídas. "Estamos numa residência alugada, não é fácil fazer obras com os idosos morando no local, mais ainda em tempo de pandemia onde nossa prioridade é a preservação da saúde", frisou. Paola diz, ainda, que os familiares dos moradores do Lar concordam com a permanência deles na casa, pois não há possibilidade de retirá-los do local. 

O grupo foi recebido pelo vice-prefeito Rodinei Bruel e pelo chefe de Gabinete, André da Silva, que se colocaram à disposição para dialogar com o Ministério Público, na busca de uma solução para a situação.