HSA receberá emenda parlamentar do deputado Paparico Bacchi
Recurso está previsto no Orçamento para 2020
Está previsto no orçamento do Estado para o ano de 2020 uma emenda parlamentar de R$ 100 mil para o Hospital Santo Antônio de Tapejara (HSA). O encaminhamento dos recursos, da cota parlamentar do deputado Paparico Bacchi, foram anunciados durante reunião com a direção da instituição, na terça-feira (14), na sede do hospital em Tapejara. A reunião conduzida pelo presidente do HSA, Sirinei Panizzon, também contou com a presença de membros da diretoria, corpo clínico e colaboradores do hospital.
“O deputado Paparico é um parceiro de luta nas causas da saúde pública de Tapejara e região. No seu primeiro ano de mandato reafirma o compromisso com o Hospital Santo Antônio, destinando recursos para o custeio da instituição que é referência no atendimento SUS para cinco municípios da região”, salientou Panizzon. Além de agradecer o parlamentar pela atenção às demandas locais, Sirinei Panizzon aproveitou a oportunidade para homenagear os ex-presidentes do HSA que trabalharam intensamente nos 80 anos da instituição para qualificar o atendimento prestado à população.
Durante o encontro, o deputado estadual destacou que contribuir com o fortalecimento dos hospitais regionais de média e baixa complexidade é uma das prioridades do seu trabalho na 55ª legislatura da Assembleia Legislativa gaúcha. “Quem tem saúde, tem tudo. Por isso tenho atenção especial às pautas, projetos e iniciativas que buscam proporcionar mais saúde e qualidade de vida para todos”, afirmou o líder da bancada do Partido Liberal no parlamento gaúcho, Paparico Bacchi.
Bombeiros Voluntários solicitam apoio
O roteiro do deputado Paparico Bacchi também contou com visita aos Bombeiros Voluntários de Tapejara. Na reunião, os agentes voluntários encaminharam demandas e pediram atenção do parlamentar à Portaria (nº 01/2019) e Instruções Técnicas (nº 05 e 06) do Corpo de Bombeiros Militar, que regulamenta a atuação de agentes voluntários em cidades do interior do Rio Grande do Sul. As medidas preocupam o voluntariado, pois trazem restrições e podem inviabilizar o trabalho em muitos municípios do interior.
As normativas anunciadas pelo Corpo de Bombeiros Militar salientam que o “Serviço Auxiliar ao Bombeiro” deve partir de uma demanda da prefeitura, responsável por construir convênio junto aos bombeiros militares. O prazo para prefeitos manifestarem interesse em criar ou manter grupos existentes enceraria no dia 30 dezembro de 2019, mas foi prorrogado por mais três meses e as adaptações impostas devem ser atendidas no prazo máximo de dois anos.
Porém, os 42 grupos ligados à Associação dos Bombeiros Voluntários do Rio Grande do Sul (Voluntersul) foram criados por iniciativa da sociedade civil – que buscou recursos para atendimentos nas suas regiões – sem vínculo formal com as administrações municipais. De acordo com agentes voluntários ligados ao Voluntersul, um dos pontos mais críticos é o que determina que apenas cidades com menos de 15 mil habitantes podem contar com corporações voluntárias de bombeiros.
De acordo com dados da associação, hoje, cerca de 40% das unidades voluntárias estão em cidades acima de 15 mil habitantes – Tapejara é um exemplo. Na ocasião, o deputado Paparico Bacchi manifestou preocupação com as informações apresentadas e firmou o compromisso de ampliar o debate no parlamento gaúcho sobre as medidas e possíveis fechamento de unidades existentes no interior do Estado. “Os bombeiros voluntários desempenham um relevante trabalho social. Devemos parabenizar e fortalecer quem salva vidas, ao invés de impor restrições que inviabilizem o trabalho”, ressaltou o deputado Paparico Bacchi.